domingo, 16 de setembro de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
VENCEDORES DO XII PRÊMIO ARTE NA ESCOLA CIDADÃ

| Penha Fonseca, Peterson de Castro, Myriam Pestana e Thiago Z. Pancieri |
O XII Prêmio Arte na Escola Cidadã - PAEC é uma ação conjunta do Instituto Arte na Escola - IAE e do SESI - Serviço Social da Indústria, instituição que atua em todo o território nacional, com ações nas áreas de educação, saúde, lazer, esporte, cultura e responsabilidade social.
Este é o único prêmio nacional destinado a professores de Arte e as escolas onde atuam.
Nesta edição foram 614 projetos inscritos, avaliados por uma comissão interdisciplinar composta por 73 professores, dos 50 Polos da Rede Arte na Escola.
O prêmio aconteceu em três etapas: local, regional e nacional.
No Espírito Santo se inscreveram trinta professores, dos quais dezessete foram para a etapa regional e sete foram para a nacional.
Dois professores chegaram lá:
Thiago Zanotti Panceri
Peterson de Castro Cardoso
Cada professor receberá o prêmio de R$7.000,00 (sete mil reais) e suas escolas receberão reconhecimento do XII PAEC, por meio da doação de equipamentos (um computador e uma máquina fotográfica digital) para as aulas de artes, solidificando o entendimento de que o sucesso de um trabalho se deve ao esforço conjunto de profissionais direta e indiretamente envolvidos no processo.
No dia 29 de outubro, Thiago e o Peterson receberam a premiação do XII Prêmio Arte na Escola Cidadã no Auditório do Museu de Arte Contemporânea de Inhotim, em Brumadinho/MG.
Form cinco trabalhos premiados no XII Prêmio Arte na Escola Cidadã:
- Educação Infantil
Projeto: Introduzindo a arte na educação infantil, através da manipulação e experimentação
Professora: Elisete Mallmann
Escola: Centro Educacional Caminhos
Cidade/Estado: Lajeado / RS
- Ensino Fundamental I
Projeto: Brincando de Animação
Professor: Thiago Zanotti Pancieri
Escola: Escola Municipal de Ensino Fundamental Feu Rosa
Cidade/Estado: Serra / ES
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| Thiago, Karina Pádua, Myriam Pestana e Evelyn Iochpe |
- Ensino Fundamental II
Projeto: Maravilhas do Espírito Santo - Educação Patrimonial
Professor: Peterson de Castro Cardoso
Escola: UMEF Alger Ribeiro Bossois
Cidade/Estado: Vila Velha / ES
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| Peterson de Castro Cardoso, Maria de Fátima, Penha Fonseca e Roseli (Inhotim) |
- Ensino Médio
Projeto: EletriCAp (Linguagem Musical)
Professor: Daniel Puig
Escola: Colégio de Aplicação da UFRJ (CAp-UFRJ)
Cidade/Estado: Rio de Janeiro / RJ
- Educação de Jovens e Adultos
Projeto: A interterritorialidade na arte educação: possibilidades para a sala de aula
Professora: Ana Cristina Bervian Lockmann
Escola: Escola Municipal de Ensino Fundamental Borges de Medeiros
Cidade/Estado: Estância Velha / RS
Parabéns aos professores vencedores e também aos que
inscreveram suas práticas de ensino nesse premio.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
PROJETO CIDADANIA EM FOCO

Objetivo
Desenvolver o potencial crítico, conhecendo e se posicionando de maneira clara, objetiva e segura, sobre o tema abordado, além de propiciar um olhar sensível do mundo que o cerca.
Justificativa
Este projeto propicia um olhar sensível do mundo que o cerca, através do contato com a direção e elaboração do documentário, de cada passo, desde o roteiro à edição, mostrando uma visão particular e concisa sobre o meio ambiente, o seu bairro, a sua cidade, o mundo. O audiovisual exterioriza as potencialidades criticas, sentimentais e personológicas do individuo, fazendo com que ele construa, nas lentes de uma câmera, o seu eu, baseando em uma experiência projetada, uma sedimentação da vivencia através do tema abordado.
Metodologia:
• Elaboração do roteiro, discussão e análise: Grupos, trabalho em equipe;
• Pesquisa;
• Captação de imagem;
• Edição.
Oficinas
• Roteiro;
• Direção;
• Direção de arte;
• Captação de imagem (uso da câmera e seus recursos);
• Edição;
• Animação.
O projeto Cinema, vídeos e documentários, nasceu da necessidade de incluir os meus alunos no contato com o cinema, visando à intensa aprendizagem proporcionada pelo trabalho com o audiovisual, sabendo que o mesmo propicia um fecundo desenvolvimento criador, e um potencial crítico, Conhecendo e se posicionando de maneira clara, objetiva e segura, sobre o tema abordado, além do olhar sensível do mundo que o cerca.
Hoje temos cerca de 48 roteiros prontos para serem filmados e com potencial de gerar 70 roteiros até novembro.
Contamos com mais de 500 alunos envolvidos, podendo chegar o total da escola no próximo ano, cerca de 1324.
Contamos com a faculdade Novo milênio com o apoio dos recursos de laboratório para edição, e os universitários de comunicação social, com o suporte instrutivo, com oficinas de produção dos filmes, desde a escolha do tema, roteiro, captação de imagem à edição.
A metodologia do projeto propõe o trabalho em equipes de, no máximo, 10 alunos, onde cada equipe produzirá um documentário visando uma discussão sobre um tema social que envolva a cidadania, seja ele cultural, econômico, familiar ou educacional.
A partir do tema os alunos criaram o roteiro, trabalharam com a captação de imagem, e edição, visando à aprendizagem técnica em produção e montagem de vídeos e documentário, resultando no produto final a I mostra competitiva de vídeos e documentários “idéias na tela” da Escola Estadual de Ensino Médio Ormanda Gonçalves. Também acontecerá o concurso de melhor redação e melhor slogan sobre o tema cidadania.
A duração do projeto terá no mínimo de 3 anos, nesse tempo pretende-se formar e montar um cineclube, onde os alunos aprenderão todo o processo na produção de vídeo, instituindo-os como multiplicadores num processo sistemático de formação de novos produtores, diretores e editores.
Cineclube
Terá um papel importante na formação dos alunos, como multiplicadores do conhecimento adquirido, alunos formando alunos, para o uso do audiovisual, num contínuo processo. Os alunos do 2º e 3º anos serão tutores passando todo o conhecimento para os novos alunos do 1º ano, assim sucessivamente.
Equipamento
As câmeras de vídeos, tripés, televisão, dvd, computadores, equipamento de som, serão o suporte para compor as salas do cineclube.
Espaço físico
Os alunos utilizarão as salas do cineclube para produção do audiovisual, compondo: sala de áudio, que servirá para captação de áudio, mixagem, masterização e rádio escola, sala de vídeo, para captura de imagens, produção de cenas e vídeos, sala de edição com 3 computadores para edição.
A I mostra competitiva “idéias na tela” será interna com os documentários dos alunos da escola. Para o segundo ano ampliar para a abertura para que outras escolas enviem seus vídeos para II mostra competitiva de 2009, além de proporcionar a mostra competitiva profissional com vídeos de todo o Brasil.
ARTE & EDUCAÇÃO
Ao longo dos anos, muito se tem falado e escrito sobre a necessidade da inclusão da arte na escola de forma mais efetiva. Desde 1971, pela Lei 5692, a disciplina Educação Artística torna-se parte dos currículos escolares. Muitas experiências têm acontecido, mas no contato direto com professores, diretores de escola e coordenadores pedagógicos, as intenções parecem apontar para um caminho interessante, mas é no confronto com a prática pedagógica no campo da arte que se nota a grande distância entre teoria e prática. Muitos equívocos são cometidos e a questão passa batida na maioria das vezes em que se questiona as vivências com a arte. Este quadro vem reforçar a postura inadequada de que o contato com o universo mágico da
a desenhar, representar, dançar, tocar, escrever, pois trata-se de uma vivência, e não de uma competição. Uma proposta em arte que parta deste princípio traz para as suas atividades um grande número de interessados. Estas crianças e estes jovens se reconhecerão como participantes e construtores de seus próprios caminhos e saberão avaliar de que forma se dão os atalhos, as vielas, as estradas. A arte fará parte de suas vidas e terá um sentido, deixando de ser aquela coisa incompreensível e elitista, distante de sua realidade. A concepção de arte no espaço implica numa expansão do conceito de cultura, ou seja, toda e qualquer produção e as maneiras de conceber e organizar a vida social são levadas em consideração. Cada grupo inserido nestes processos configura-se pelos seus valores e sentidos, e são atores na construção e transmissão dos mesmos. A cultura está em permanente transformação, ampliando-se e possibilitando ações que valorizam a produção e a transmissão do conhecimento. Cabe então negar a divisão entre teoria e prática, entre razão e percepção, ou seja, toda fragmentação ou compartimentalização da vivência e do conhecimento. Este processo pedagógico busca a dinâmica entre o sentir, o pensar e o agir. Promove a interação entre saber e prática relacionados à história, às sociedades e às culturas, possibilitando uma relação ensino/aprendizagem de forma efetiva, a partir de experiências vividas, múltiplas e diversas. Considera-se também nesta proposta a vertente lúdica como processo e resultado, como conteúdo e forma. É necessário que se pense o lúdico na sua essencialidade, conforme nos fala o professor Edmir Perroti:
"...gostaria de chamar a atenção para o conceito de lúdico. Sim, porque no mundo atual as diferentes dimensões do lúdico vêm sendo reduzidas a praticamente uma, a do lúdico instrumental. Esta que é, por exemplo utilizada pela publicidade, vem sendo tomada enquanto dimensão que dá conta das possibilidades todas do lúdico, como se este se esgotasse em tal perspectiva. Gostaria,assim, de lembrar aqui que o lúdico compreende pelo menos outra dimensão, que além de instrumental, o lúdico pode e deve ser essencial. No primeiro caso, o do lúdico instrumental, o jogo é compreendido enquanto recurso motivador, simples instrumento, meio para a realização de objetivos que podem ser educativos, publicitários ou de inúmeras naturezas. No segundo caso, brincar sob todas as formas físicas e/ou intelectuais, é visto como atitude essencial, como categoria que não necessita de uma justificativa externa, alheia a ela mesma para se validar. No primeiro caso, o que conta é a produtividade. No segundo, a produtividade é o próprio processo de brincar, uma vez nessa concepção jogar é intrinsecamente educativo, é essencial enquanto forma de humanização." (1995:DUARTE JR., João Francisco. Fundamentos estéticos da educação. ) De que forma a escola pode considerar na sua programação vivências onde o

